Ontem, depois de ver um episódio da Anatomia de Grey, levei uma pergunta comigo para a cama:
- O que precisamos fazer para impedir de nos afogarmos?
Adormeci com este pensamento e, claro está, tive o mais estranho dos sonhos:
Sonhei com um mar imenso, encrespado, cinzento e frio. Populado de milhares de cabeças que tentavam desesperadamente manter-se à superfície e não se deixar levar pelo silêncio e calma que se ofereciam uns palmos abaixo. Não me vi, mas sei que estava lá. Senti o frio daquela água, ouvi os segredos que o vento trazia por entre o embate de cada onda e o meu corpo cansado de lutar para se manter.
Era um quadro de Dali, seguramente. A força das ondas trazia o impacto das suas pinturas.
Acordei com a imagem da meredith a desaparecer na água, simplesmente a deixar-se ir...
O que temos de fazer para impedir de nos afogarmos?
- O que precisamos fazer para impedir de nos afogarmos?
Adormeci com este pensamento e, claro está, tive o mais estranho dos sonhos:
Sonhei com um mar imenso, encrespado, cinzento e frio. Populado de milhares de cabeças que tentavam desesperadamente manter-se à superfície e não se deixar levar pelo silêncio e calma que se ofereciam uns palmos abaixo. Não me vi, mas sei que estava lá. Senti o frio daquela água, ouvi os segredos que o vento trazia por entre o embate de cada onda e o meu corpo cansado de lutar para se manter.
Era um quadro de Dali, seguramente. A força das ondas trazia o impacto das suas pinturas.
Acordei com a imagem da meredith a desaparecer na água, simplesmente a deixar-se ir...
O que temos de fazer para impedir de nos afogarmos?
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