O medo é o pior dos sentimentos.
Torna-nos pequenos, transforma o que nos rodeia em monstros com sete cabeças, qualquer uma delas pronta para nos engolir a todo o momento.
O medo vive em nós como a âncora de um barco que quer navegar para longe mas é impedido por forças incumensuravelmente maiores. O medo mantém-nos preso a lugares de que já nem temos lembrança.
Vou, não vou. Fico, não fico. Digo, não digo. Sou, não sou. Vivo, não vivo, morro...
Medo de ti, de mim, do mundo. Medo de ir e não voltar.
O medo tolhe-nos e, com o tempo, as marcas dele vão ficando impressas nos corpos que passeiam pelas ruas, desalinhados, encolhidos, sempre à procura da esquina que vem a seguir.
Foge-se não se sabe bem de quê, indo não se sabe bem para onde e, pelo meio, perdêmo-nos a nós próprios.
Medo é condição de infelicidade conscientemente disfarçada.
Torna-nos pequenos, transforma o que nos rodeia em monstros com sete cabeças, qualquer uma delas pronta para nos engolir a todo o momento.
O medo vive em nós como a âncora de um barco que quer navegar para longe mas é impedido por forças incumensuravelmente maiores. O medo mantém-nos preso a lugares de que já nem temos lembrança.
Vou, não vou. Fico, não fico. Digo, não digo. Sou, não sou. Vivo, não vivo, morro...
Medo de ti, de mim, do mundo. Medo de ir e não voltar.
O medo tolhe-nos e, com o tempo, as marcas dele vão ficando impressas nos corpos que passeiam pelas ruas, desalinhados, encolhidos, sempre à procura da esquina que vem a seguir.
Foge-se não se sabe bem de quê, indo não se sabe bem para onde e, pelo meio, perdêmo-nos a nós próprios.
Medo é condição de infelicidade conscientemente disfarçada.
Sem comentários:
Enviar um comentário