Estava eu a falar ontem com uma amiga sobre como estava a ser díficil para ela chegar dentro de alguém a quem quer muito chegar. Falou-me de uma pergunta não respondida porque sabia que aquele não era o momento certo.
Fiquei com as palavras dela no ouvido. Cada querer soou como um poema de vontades inacabas que não conseguiam fazer-se guerreiras o suficiente para vencer as muralhas do medo.
- Epah, isso dito assim dava um poema! Disse eu.
- Ah isso dos poemas é a tua onda, faz tu e pôe no teu blog. Pode ser que um dia ela (a pessoa ) vá lá ver...
Esta é a versão adaptada do que alguém quiz dizer num momento e não conseguiu, porque não, porque não era a altura certa, porque a voz falhou, porque sabia não ter espaço.
Quero o não óbvio. O toque, o estremecer, o olhar.
Quero uma respiração abafada perto do meu peito que conte as tuas mágoas, assim, sem palavras.
Um abraço que aqueça todo o meu corpo e o faça tremer de sentimento.
Quero que cruzes os meus dedos com os teus e deixes que a tua história se conte, no silêncio.
Que sintas o bater do meu coração e que nele viajes por um tempo de tranquilidade e segurança.
Quero que em mim consigas deixar um pouco de ti.
Que sorrias num momento de prazer e me encontres nele.
Quero que me mostres algo novo de ti.
Que te permitas sentir, sentir-me.
Quero que atravesses o deserto e venhas na minha direcção.
Que o teu corpo flua em movimento e vença a inacção.
Quero contar as linhas do teu rosto e saber o dia em que nasceram.
Que aqui encontres uma história que ouviste um dia.
E quero que fiques só mais um pouco. Por mim, pela minha história, porque queres ficar.
Missão cumprida ;)
Fiquei com as palavras dela no ouvido. Cada querer soou como um poema de vontades inacabas que não conseguiam fazer-se guerreiras o suficiente para vencer as muralhas do medo.
- Epah, isso dito assim dava um poema! Disse eu.
- Ah isso dos poemas é a tua onda, faz tu e pôe no teu blog. Pode ser que um dia ela (a pessoa ) vá lá ver...
Esta é a versão adaptada do que alguém quiz dizer num momento e não conseguiu, porque não, porque não era a altura certa, porque a voz falhou, porque sabia não ter espaço.
Quero o não óbvio. O toque, o estremecer, o olhar.
Quero uma respiração abafada perto do meu peito que conte as tuas mágoas, assim, sem palavras.
Um abraço que aqueça todo o meu corpo e o faça tremer de sentimento.
Quero que cruzes os meus dedos com os teus e deixes que a tua história se conte, no silêncio.
Que sintas o bater do meu coração e que nele viajes por um tempo de tranquilidade e segurança.
Quero que em mim consigas deixar um pouco de ti.
Que sorrias num momento de prazer e me encontres nele.
Quero que me mostres algo novo de ti.
Que te permitas sentir, sentir-me.
Quero que atravesses o deserto e venhas na minha direcção.
Que o teu corpo flua em movimento e vença a inacção.
Quero contar as linhas do teu rosto e saber o dia em que nasceram.
Que aqui encontres uma história que ouviste um dia.
E quero que fiques só mais um pouco. Por mim, pela minha história, porque queres ficar.
Missão cumprida ;)
Sem comentários:
Enviar um comentário