Ontem fui fazer uma leitura de aura. A leitura de aura foi algo ( como o Reiki ) que demorei a abraçar no meu caminho mas que depois da descoberta não dispenso. Fiz a minha primeira leitura de aura há uns 2 anos e foi uma experiência brutal. Entrei na sala com uma energia de desconfiança confiante e uma imensa necessidade de respostas que sentia escondidas em mim, em locais aos quais não conseguia aceder. Permaneci em silêncio e, quando me foi perguntado o que me tinha levado ali, respondi apenas: curiosidade. Pois claro que sim.
Naquele momento tentava encontrar a porta para um processo específico meu que me acompanhou desde sempre e para o qual não conseguia respostas. A leitura começou e, do início ao fim, senti-me despida e transparente em frente daquela pessoa que estava sentada, em frente de mim, de olhos fechados mas que conseguia ver para dentro de mim como nenhuma outra pessoa o tinha conseguido fazer de olhos abertos. Foi a primeira vez que entendi verdadeiramente o significado de ver com o coração. Como dizia Saint-Exupéry: " O essencial é invísivel aos olhos".
Dois anos passados, marquei novamente com o João Pires e lá fui eu. Foi muito bom rever o João, é sempre bom estar perto de seres que nos conseguem transmitir uma energia de calma, tranquilidade e pura aceitação. O João é uma pessoa assim. Perto dele, a nossa tranquilidade transforma-se em intranquilidade mal resolvida e o nosso caminho aparece-nos mais longo e íngreme do que víamos minutos antes de passar aquela porta. O João, traz-nos de volta a nós mesmos.
Trouxe dele a mensagem de que saí de mim mesma, de que me desviei do meu caminho. De que o trabalho que tenho a fazer, que todos temos que fazer, é um trabalho de Amor, de aceitação, de abertura do coração ao mundo, aos outros. Quando achamos que estamos a chegar lá, necessitamos de ouvir que temos muito ainda para caminhar. Foi essa uma das principais mensagens que trouxe ontem comigo.
Por entre a leitura de uma rosa que em tudo se assemelhava com a minha energia de momento, as folhas que nela existiam e que representavam os meus acordos ao nível dos relacionamentos, dos filhos e também espirituais, lá veio mais uma enxurrada de informação.
"Acredito, sinceramente, que o trabalho que todos temos pela frente é um trabalho feito pelo caminho do coração, do amor, é esse o trabalho que tens ainda pela frente, é a esse propósito que tens que voltar. Tens que voltar ao teu centro".
Ok, got the message. Bora lá voltar ao trabalho. Bora lá voltar a mim.
Naquele momento tentava encontrar a porta para um processo específico meu que me acompanhou desde sempre e para o qual não conseguia respostas. A leitura começou e, do início ao fim, senti-me despida e transparente em frente daquela pessoa que estava sentada, em frente de mim, de olhos fechados mas que conseguia ver para dentro de mim como nenhuma outra pessoa o tinha conseguido fazer de olhos abertos. Foi a primeira vez que entendi verdadeiramente o significado de ver com o coração. Como dizia Saint-Exupéry: " O essencial é invísivel aos olhos".
Dois anos passados, marquei novamente com o João Pires e lá fui eu. Foi muito bom rever o João, é sempre bom estar perto de seres que nos conseguem transmitir uma energia de calma, tranquilidade e pura aceitação. O João é uma pessoa assim. Perto dele, a nossa tranquilidade transforma-se em intranquilidade mal resolvida e o nosso caminho aparece-nos mais longo e íngreme do que víamos minutos antes de passar aquela porta. O João, traz-nos de volta a nós mesmos.
Trouxe dele a mensagem de que saí de mim mesma, de que me desviei do meu caminho. De que o trabalho que tenho a fazer, que todos temos que fazer, é um trabalho de Amor, de aceitação, de abertura do coração ao mundo, aos outros. Quando achamos que estamos a chegar lá, necessitamos de ouvir que temos muito ainda para caminhar. Foi essa uma das principais mensagens que trouxe ontem comigo.
Por entre a leitura de uma rosa que em tudo se assemelhava com a minha energia de momento, as folhas que nela existiam e que representavam os meus acordos ao nível dos relacionamentos, dos filhos e também espirituais, lá veio mais uma enxurrada de informação.
"Acredito, sinceramente, que o trabalho que todos temos pela frente é um trabalho feito pelo caminho do coração, do amor, é esse o trabalho que tens ainda pela frente, é a esse propósito que tens que voltar. Tens que voltar ao teu centro".
Ok, got the message. Bora lá voltar ao trabalho. Bora lá voltar a mim.
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