Para um dos personagens mais importantes da minha vida. Amo-te.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Ana Free pelos meus pensamentos
Agora que aprendi a mexer com o moviemaker não quero outra coisa!
Deixo aqui a minha interpretação para uma música que me tem varrido o pensamento diariamente... é daquelas coisas que simplesmente não desaparecem...
Deixo aqui a minha interpretação para uma música que me tem varrido o pensamento diariamente... é daquelas coisas que simplesmente não desaparecem...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Uma vez...
Uma vez
Era o génio e o louco
Separaram-se até mais ver
Mas não deixaram de se corresponder
Uma vez
Era o choro e o riso
Também eles fizeram planos
De nunca deixarem de se entender
Era o génio e o louco
Separaram-se até mais ver
Mas não deixaram de se corresponder
Uma vez
Era o choro e o riso
Também eles fizeram planos
De nunca deixarem de se entender
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Activismo puro!


Sei que nunca falei muito por aqui do meu tempo de activismo pelos direitos dos animais. Foram tempos que me trouxeram um crescimento imenso a vários níveis. Também, um cansaço emocional proporcional... Mas, não posso deixar de partilhar estas pérolas que descobri no meu pc e das quais já nem me lembrava!
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Demónios interiores
Sentei à minha mesa
os meus demónios interiores
falei-lhes com franqueza
dos meus piores temores
tratei-os com carinho
pus jarra de flores
abri o melhor vinho
trouxe amêndoas e licores
chamei-os pelo nome
quebrei a etiqueta
matei-lhes a sede e a fome
dei-lhes cabo da dieta
conheci bem cada um
pus de lado toda a farsa
abri a minha alma
como se fosse um comparsa
E no fim, já bem bebidos
demos abraços fraternos
saíram de mansinho
aos primeiros alvores
de copos bem erguidos
brindámos aos infernos
fizeram-se ao caminho
sem mágoas nem rancores
Adeus, foi um prazer!
disseram a cantar
mantém a mesa posta
porque havemos de voltar
Mais Jorge Palma, no seu melhor
os meus demónios interiores
falei-lhes com franqueza
dos meus piores temores
tratei-os com carinho
pus jarra de flores
abri o melhor vinho
trouxe amêndoas e licores
chamei-os pelo nome
quebrei a etiqueta
matei-lhes a sede e a fome
dei-lhes cabo da dieta
conheci bem cada um
pus de lado toda a farsa
abri a minha alma
como se fosse um comparsa
E no fim, já bem bebidos
demos abraços fraternos
saíram de mansinho
aos primeiros alvores
de copos bem erguidos
brindámos aos infernos
fizeram-se ao caminho
sem mágoas nem rancores
Adeus, foi um prazer!
disseram a cantar
mantém a mesa posta
porque havemos de voltar
Mais Jorge Palma, no seu melhor
O discurso do método
Quando Descartes escreveu o Discurso do Método, certamente escreveu-o com o cuidado necessário a que todos o entendessem. Afinal, é esse o propósito de um pensador e filósofo que dedica o seu tempo ao entendimento e explicação das coisas do mundo. O Discurso do Método não é de leitura simples, pelo menos para o comum dos mortais, mas deparei-me com a sensação de que nenhum discurso, com mais ou menos método, o é.
Acho que, em boa verdade, ninguém pode dizer com toda a certeza, que todas as dissertações que Descartes escreveu sobre o seu entendimento do mundo das coisas, são realmente entendidas da forma que pretendia. Descartes e outros escreveram sobre coisas e seguiram-se outros que escreveram sobre o entendimento das coisas que os anteriores tinham escrito.
São palavras e palavras. Muitas palavras a explicarem coisas, coisas que outros disseram e escreveram num dado momento, coisas que não se sabe bem estarem intactas na sua verdade.
Este é o problema de todos os discursos; Muitas palavras ditas num momento.
Quem discursa, por norma, fá-lo porque sente ter algo a transmitir de importante a outros, logo o entendimento das suas palavras é importante. Não sei se todas as minhas palavras têm sido verdadeiramente entendidas em todos os momentos.
Quero eu que assim tenha acontecido... Quero eu, também, que todas as palavras que a mim tenham que chegar, aconteçam no momento, forma e entendimento correctos...
Acho que, em boa verdade, ninguém pode dizer com toda a certeza, que todas as dissertações que Descartes escreveu sobre o seu entendimento do mundo das coisas, são realmente entendidas da forma que pretendia. Descartes e outros escreveram sobre coisas e seguiram-se outros que escreveram sobre o entendimento das coisas que os anteriores tinham escrito.
São palavras e palavras. Muitas palavras a explicarem coisas, coisas que outros disseram e escreveram num dado momento, coisas que não se sabe bem estarem intactas na sua verdade.
Este é o problema de todos os discursos; Muitas palavras ditas num momento.
Quem discursa, por norma, fá-lo porque sente ter algo a transmitir de importante a outros, logo o entendimento das suas palavras é importante. Não sei se todas as minhas palavras têm sido verdadeiramente entendidas em todos os momentos.
Quero eu que assim tenha acontecido... Quero eu, também, que todas as palavras que a mim tenham que chegar, aconteçam no momento, forma e entendimento correctos...
O bairro do amor ( sim, sorrir um pouco ajuda...)
No bairro do amor a vida é um carrossel
Onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
Por gente que sofreu por não ter ninguém
No bairro do amor o tempo morre devagar
Num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir:
Será que ainda cá estamos no fim do verão?
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem.
No bairro do amor a vida corre sempre igual
De café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
E há ondas de ternura em cada olhar.
O bairro do amor é uma zona marginal
Onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
Das suas nódoas negras sentimentais
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem.
Mestre, Jorge Palma
Onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
Por gente que sofreu por não ter ninguém
No bairro do amor o tempo morre devagar
Num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir:
Será que ainda cá estamos no fim do verão?
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem.
No bairro do amor a vida corre sempre igual
De café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
E há ondas de ternura em cada olhar.
O bairro do amor é uma zona marginal
Onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
Das suas nódoas negras sentimentais
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem.
Mestre, Jorge Palma
domingo, 5 de outubro de 2008
Metade
Tenho estado apaixonada por este poema cantado desde o momento em que o ouvi pela primeira vez. Têm sido vários os filmes e interpretações que vi dele, até que chegou o momento de criar a minha própria interpretação.
Estas imagens são as que falam de mim neste poema e o resultado final nada tem de metade mas de plenitude. Esta sou eu, inteira.
Estas imagens são as que falam de mim neste poema e o resultado final nada tem de metade mas de plenitude. Esta sou eu, inteira.
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