Não sei se já pararam para analisar as pessoas que normalmente vos rodeiam. Se sim, certamente perceberam em cada uma dessas pessoas aspectos muito particulares que, de uma forma ou de outra, interferem directamente com os vossos processos individuais.
Ele há pessoas para todas as áreas e processos. Há as da irritação, as da falta de paciência, as da estupidez natural ou da falta de dentes ( como diria alguém que descobriu ultimamente uma relação directa entre a ausência de dentes e o nível de inteligência ), as do odor, as da inteligência em excesso, etc, etc, etc. É só escolher. Escolher e olhar para cada um desses comportamentos que nos tiram do sério e perguntarmo-nos, porquê?
Mas porque raio é que o senhor que arruma carros aqui na rua me deixa com os cabelos em pé quando insiste em partilhar comigo a sua má sorte e me vem perguntar qual é o melhor incenso para afastar o mau olhado? Porque será que certos tiques e formas de estar me incomodam até à exaustão? Qual o poder que estas pessoa têm de interferir com com o curso dos meus dias?
Pois, o tempo ensinou-me que ao olhar cuidadosamente para cada pequena coisa que nos faz explodir ou implodir, dependendo de pessoa para pessoa, descobrimos as mais profundas verdades sobre nós próprios. Se assim não fosse, porque motivo nos deixaríamos afectar tanto por factores exteriores a nós próprios?
A importância de fazermos esta análise prende-se com a forma como vivêmos mais ou menos em harmonia. Garantidamente, se não o fizermos e não entendermos a mensagem que subjaz em cada uma dessas pessoas, continuaremos a cruzar-nos com pessoas e processos semelhantes ao longo do nosso percurso sem entender o que significam.
Sim, porque as relações com os outros são verdadeiros testes. Testes à nossa capacidade de aceitação, ao nosso julgador interior, às conceptualizações que estabelecemos sobre o que nos rodeia, aos certos e errados, ao facto de vermos o mundo a preto e branco, a conseguirmos ver para além da formatação que trazemos de trás. No final, a descobrirmos quem somos verdadeiramente.
Crescemos com a ideia de que os outros estão lá e nós aqui, que eles são uns e nós outros, que cada um de nós é uma parte separada do resto. Mas, se voltarmos atrás, muito atrás, e olharmos para a evolução da vida, desde o seu primeiro impulso, percebemos que no início apenas existia uma única parte que se foi multiplicando dando origem a outras pequenas partes que, por sua vez, originaram outras tantas. À luz deste panorama, não fazemos todos parte do mesmo pedaço de vida? Não somos todos uma parte de um todo imenso mas que não significa nada sem as outras partes? Sim, até o senhor que arruma carros aqui na rua é uma dessas partes e, certamente, sem ele o universo não estaria completo. Porque nos cruzamos? pois, essa é a grande questão e o trabalho que vamos continuando a desenvolver para melhor entendermos a vida como uma só, misteriosa e em alguns momentos indecifrável mas uma única peça com milhões e milhões de pequenos pedaços.
Ele há pessoas para todas as áreas e processos. Há as da irritação, as da falta de paciência, as da estupidez natural ou da falta de dentes ( como diria alguém que descobriu ultimamente uma relação directa entre a ausência de dentes e o nível de inteligência ), as do odor, as da inteligência em excesso, etc, etc, etc. É só escolher. Escolher e olhar para cada um desses comportamentos que nos tiram do sério e perguntarmo-nos, porquê?
Mas porque raio é que o senhor que arruma carros aqui na rua me deixa com os cabelos em pé quando insiste em partilhar comigo a sua má sorte e me vem perguntar qual é o melhor incenso para afastar o mau olhado? Porque será que certos tiques e formas de estar me incomodam até à exaustão? Qual o poder que estas pessoa têm de interferir com com o curso dos meus dias?
Pois, o tempo ensinou-me que ao olhar cuidadosamente para cada pequena coisa que nos faz explodir ou implodir, dependendo de pessoa para pessoa, descobrimos as mais profundas verdades sobre nós próprios. Se assim não fosse, porque motivo nos deixaríamos afectar tanto por factores exteriores a nós próprios?
A importância de fazermos esta análise prende-se com a forma como vivêmos mais ou menos em harmonia. Garantidamente, se não o fizermos e não entendermos a mensagem que subjaz em cada uma dessas pessoas, continuaremos a cruzar-nos com pessoas e processos semelhantes ao longo do nosso percurso sem entender o que significam.
Sim, porque as relações com os outros são verdadeiros testes. Testes à nossa capacidade de aceitação, ao nosso julgador interior, às conceptualizações que estabelecemos sobre o que nos rodeia, aos certos e errados, ao facto de vermos o mundo a preto e branco, a conseguirmos ver para além da formatação que trazemos de trás. No final, a descobrirmos quem somos verdadeiramente.
Crescemos com a ideia de que os outros estão lá e nós aqui, que eles são uns e nós outros, que cada um de nós é uma parte separada do resto. Mas, se voltarmos atrás, muito atrás, e olharmos para a evolução da vida, desde o seu primeiro impulso, percebemos que no início apenas existia uma única parte que se foi multiplicando dando origem a outras pequenas partes que, por sua vez, originaram outras tantas. À luz deste panorama, não fazemos todos parte do mesmo pedaço de vida? Não somos todos uma parte de um todo imenso mas que não significa nada sem as outras partes? Sim, até o senhor que arruma carros aqui na rua é uma dessas partes e, certamente, sem ele o universo não estaria completo. Porque nos cruzamos? pois, essa é a grande questão e o trabalho que vamos continuando a desenvolver para melhor entendermos a vida como uma só, misteriosa e em alguns momentos indecifrável mas uma única peça com milhões e milhões de pequenos pedaços.
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