Gosto de ti. Sem porquês, sem complicações, sem motivo. Gosto de ti porque sim.
Mas se queres um motivo, que seja por hoje ser sexta-feira. Ou talvez, porque do outro lado do mundo existe uma montanha toda forrada de verde, com um colar branco desenhado à mão. Se isto não chegar, então pode ser porque ontem, ao sair de casa, uma borboleta azul me pousou no ombro e respirou fundo. Mas, a mim, simplesmente porque sim, basta-me.
Podia pensar em mil motivos para gostar de ti mas não quero. Quero isto do gostar só porque sim. Quero não pensar no que vem a seguir e ver a tua transparência por entre um esgalhar de sorrisos escondidos.
Que bom! Gosto de ti! E gosto de ti assim, sem mais nada a atrapalhar.
E não me perguntes quanto gosto porque não sei. Não sei se gosto de ti daqui até à lua ou daqui até ao sol. Não sei quanto isso é e não o quero medir.
Quero apenas gostar, assim, como quando a espuma do mar bate na rocha e vai embora depressa, mas com a certeza de voltar.
Talvez, de mim até ti seja a medida certa. E de quanto mais precisamos realmente?
Gosto tanto de ti quando vejo o pôr do sol... Gosto de ti quando acordo de manhã e vejo o céu azul através da janela... Gosto de ti.
E se isto não te chega, tudo será diferente porque falta um pouco de ti em cada movimento breve, em cada respiração que prendo de olhos fechados e em cada suspiro que deixámos fugir.
Mas se queres um motivo, que seja por hoje ser sexta-feira. Ou talvez, porque do outro lado do mundo existe uma montanha toda forrada de verde, com um colar branco desenhado à mão. Se isto não chegar, então pode ser porque ontem, ao sair de casa, uma borboleta azul me pousou no ombro e respirou fundo. Mas, a mim, simplesmente porque sim, basta-me.
Podia pensar em mil motivos para gostar de ti mas não quero. Quero isto do gostar só porque sim. Quero não pensar no que vem a seguir e ver a tua transparência por entre um esgalhar de sorrisos escondidos.
Que bom! Gosto de ti! E gosto de ti assim, sem mais nada a atrapalhar.
E não me perguntes quanto gosto porque não sei. Não sei se gosto de ti daqui até à lua ou daqui até ao sol. Não sei quanto isso é e não o quero medir.
Quero apenas gostar, assim, como quando a espuma do mar bate na rocha e vai embora depressa, mas com a certeza de voltar.
Talvez, de mim até ti seja a medida certa. E de quanto mais precisamos realmente?
Gosto tanto de ti quando vejo o pôr do sol... Gosto de ti quando acordo de manhã e vejo o céu azul através da janela... Gosto de ti.
E se isto não te chega, tudo será diferente porque falta um pouco de ti em cada movimento breve, em cada respiração que prendo de olhos fechados e em cada suspiro que deixámos fugir.
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